MODA SUSTENTÁVEL e CONSCIENTE

MODA SUSTENTÁVEL e CONSCIENTE

Como anda a sua relação com a sustentabilidade do planeta? Você é do tipo que costuma separar o lixo, lavar garrafas e latas e pensar na forma como o que você não usa mais pode ser reaproveitado? Se esse tipo de comportamento já virou usual e básico que tal introduzir outras atitudes pensando em reciclar, regenerar, economizar e preservar? Você já pensou em como suas roupas são produzidas? De onde vem o tecido, o zíper, os botões, a linha, a estampa, transporte? Quem costura suas roupas? Qual o destino de suas roupas, depois que você já usou muitas vezes, deu ao mendigo ou a caridade? Como as grandes redes varejistas de moda podem vender tão barato? Você sabia que a indústria têxtil está entre as que mais consomem recursos naturais e que mais poluem? Se algumas dessas questões já te fizeram pensar, talvez seja hora de você conhecer a moda sustentável e a moda consciente.

Embora sejam complementares, conceitualmente, a moda sustentável se preocupa com as formas, metodologias e processos de produção da indústria têxtil, enquanto a moda consciente manifesta a preocupação do consumidor com as questões ambientais e sociais que envolvem a produção em massa dessa moda. Elas surgiram da necessidade de repensar a conduta da nossa sociedade, do ponto de vista ecológico. Da etapa de produção de tecidos ao consumo desenfreado e descarte de peças usadas, a humanidade tem extraído grande quantidade de recursos naturais não renováveis, poluído e degradado a natureza, sem se preocupar com as consequências disso. Uma peça de roupa deixa uma grande pegada durante seu processo de vida, que vai desde ao plantio do algodão, colheita, produção, processamento, transporte, uso e descarte.

Por trás das roupas baratas que compramos está a produção em massa para atender o consumismo desenfreado e os resíduos químicos provenientes desse processo. Roupas mais baratas começaram a ser produzidas nos países de terceiro mundo, onde a mão de obra é barata e não há regularização de direitos trabalhistas e condições de trabalho. Além disso, esse sistema fomenta a desigualdade sociocultural, ao passo que utiliza empregos sazonais e informais para manter o baixo custo da produção.

Daí surge a moda sustentável e a necessidade de engajar cada vez mais consumidores em atitudes que estejam ligadas ao conceito de consumo consciente.

Procure se informar se a marca que você consome utiliza trabalho análogo ao escravo ou infantil em sua confecção, se faz tratamento e descarte de resíduos químicos poluentes de forma correta no meio ambiente, se oferece condições dignas de trabalho aos funcionários e fornecedores, a sustentabilidade dos materiais usados nas confecções, se derivados do petróleo, natural ou reciclada.

Assim, em algumas situações, os consumidores têm o poder de apoiar ou punir marcas por suas atitudes sociais e ambientais, e isso se dá na sua escolha de qual loja comprar. Se você deseja se tornar um consumidor responsável e ecofriendly, deve se questionar como, onde e por quem foi feita aquela roupa que você irá comprar. Já existem diversas correntes e marcas que pregam o consumo consciente alinhado à uma proposta ecológica. Não precisa mudar radicalmente. Vai buscando pequenas atitudes que estejam alinhadas com seus valores, princípios, ética e seu poder de escolha. Você pode fazer sua parte. Procure se informar e repense seu modo de vestir. Quer saber mais sobre moda sustentável e consciente? Por aqui falaremos sobre melhores práticas de consumo, cadeia produtiva, tipos de fios, produtos e lojas sustentáveis, comportamento etc. Tem muita gente repensando a moda. Vem com a gente.

O aumento da concentração de renda no campo Norte Americano

O aumento da concentração de renda no campo Norte Americano

Apesar da redução no número de propriedades ser uma constante nos EUA, esta redução se
acentuou muito nos últimos anos, quando se registraram quase 20 pedidos de falência por dia,
entre 2017 e 2018.

Esta situação de aumento de dívida com projeções de redução ou manutenção atual dos
preços de várias commodities resulta em um cenário difícil para o agricultor americano nos
próximos anos, dependendo fortemente da situação de exportação destas commodities.

Na virada deste século, havia pouco mais de 2,1 milhões de propriedades rurais nos EUA, das
quais apenas em torno de 160 mil eram classificadas como propriedades rurais comerciais, por
faturarem mais de 250 mil dólares por ano, segundo a definição do USDA para uma
propriedade comercial. Estas propriedades comerciais eram responsáveis por mais de 76% do
total valor monetário recebido por todas as propriedades agrícolas dos EUA.

Os impactos da crise na agricultura americana têm resultados em altas taxas de suicídio dos
agricultores americanos e esvaziamento populacional nas comunidades rurais.

O aumento da produção de alimentos no Brasil

O aumento da produção de alimentos no Brasil

No Brasil, o aumento da produção de grãos foi em torno de oito vezes entre 1970 e 2013.O desafio do aumento da produtividade refere-se aos recursos financeiros para adquirir novas tecnologias. No Brasil, a maior disponibilidade de capital para o financiamento das safras e das melhorias tecnológicas das propriedades teve início a partir da onda de desregulamentação do mercado brasileiro, no final dos anos 1970 e início dos anos 1980.Nesta época, a agricultura brasileira começou um período de financeirização do crédito agrícola. Bancos, tradings, fundos de pensão, fundos de investimentos, hedge funds empresas de insumos e máquinas começaram a fomentar o mercado de derivativos agrícolas, chegando a mais de duas dezenas de vezes o valor físico do mercado de commodities agrícolas. Apesar de a financeirização ter aumentado a oferta de capital e liquidez na agricultura, ela também aumentou a volatilidade, já que o mercado de commodities começa a ficar mais relacionado com o mercado financeiro geral. Ou seja, a cada movimentação positiva ou negativa do mercado financeiro, o mercado agrícola também acompanha esta oscilação, mesmo não fazendo sentido do ponto de vista do mercado físico.